Ibase
Caso PC Farias
Fundação Perseu Abramo
Regimes militares brasileiros
Getúlio Vargas
Transparência Brasil
Info Brasília
Chico Mendes
 
Brasília, 31 de Dezembro de 2006. Ano: 2

 
 
Academia de Hollywood escolherá cinco indicados a Melhor Filme
 
Da AFP Os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood terão a árdua tarefa de escolher entre os mais de 300 filmes selecionados os cinco indicados ao Oscar de Melhor Filme para a 79ª edição de entrega deste prêmio, que será celebrada em 25 de fevereiro de 2007, informaram os organizadores nesta quinta-feira. A Academia informou em um comunicado que 307 filmes se classificaram para ser considerados para a honra máxima que a indústria do cinema americano concede anualmente. Para entrar nesta seleção, os filmes precisam ter estreado em salas comerciais do condado de Los Angeles antes da meia-noite de 31 de dezembro e ter ficado em cartaz por pelo menos sete dias consecutivos. De acordo com as regras da Academia, as fitas selecionadas para o Oscar devem ter mais de 40 minutos de duração e ser filmadas em 35mm ou 70 mm, embora nos últimos anos também tenham sido aprovados filmes rodados em formato digital. As indicações para o Oscar serão anunciadas no próximo 23 de janeiro no teatro Samuel Goldwyn, na sede da Academia, em Beverly Hills, e um mês e dois dias depois, será celebrada a festa máxima do cinema americano, transmitida a cerca de um bilhão de espectadores no mundo. Para este ano, os especialistas prevêem uma concorrência muito disputada entre vários filmes aclamados pela crítica especializada, mas por enquanto não existe um franco favorito, embora "Babel", do mexicano Alejandro González Iñárritu, seja um forte candidato após as sete indicações que recebeu ao Globo de Ouro. Entre os nomes que se destacam como os principais concorrentes nas categorias mais importantes, estão, além de "Babel", o thriller "Os Infiltrados", de Martin Scorsese, o épico bélico "Letters from Iwo Jima", de Clint Eastwood, a análise sobre a rainha Elizabeth II segundo Stephen Frears em "The Queen" e o musical ambientado nos anos 60 "Dreamgirls - Em Busca de um Sonho", de Bill Condon. "Os Infiltrados" e "Letters from Iwo Jima" são os mais cotados para o Oscar de Melhor filme, o prêmio mais importante da festa. Espera-se que tanto Scorsese quanto Eastwood estejam entre os indicados ao prêmio de Melhor Diretor, repetindo o duelo de 2005, quando Eastwood, com "Menina de Ouro", levou a melhor sobre Scorsese, com "O Aviador".
 
Carlos HonoratoCultura  em  31/12/2006 - 11:10:42
 
Sem Comentário(s) | Topo
PFL agora é oposição, diz Yeda
 
A governadora eleita do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), afirmou ontem que o PFL “foi para a oposição”, ao comentar a recomposição que terá de fazer no seu secretariado após as três baixas ocorridas em razão da contrariedade de alguns políticos com o projeto que aumentava impostos, cortava gastos e congelava salários com o objetivo de zerar o déficit público do Estado. Yeda reconheceu que a derrota do projeto em votação na sexta-feira na Assembléia Legislativa determinará uma nova recomposição de forças no seu governo e adiantou: as três secretarias vagas não serão preenchidas pelos mesmos partidos que as ocupariam. Os secretários indicados que renunciaram antes de assumir foram Marquinho Lang (PFL), da Justiça e Inclusão Social; Berfran Rosado (PPS), do Planejamento; e Jerônimo Goergen (PP), da Agricultura. Das três siglas, só o PP deve manter a secretaria, pois, segundo Yeda, o partido, com força no interior, é “a cara do setor agrícola”. Presidente do PP, Francisco Turra foi ministro da Agricultura de Fernando Henrique Cardoso. No caso do PFL, surge uma questão curiosa: o vice-governador, Paulo Afonso Feijó, que ontem se aliou à oposição para derrubar o projeto do seu próprio governo, é pefelista. Portanto, o PFL, nas palavras da governadora, é oposição – mas tem o vice-governador. PFL, PPS e PSDB (o partido de Yeda) foram as três siglas grandes que apoiaram a governadora eleita desde o primeiro turno. O PFL fechou questão no voto contra o governo e os outros dois se dividiram. O partido mais fiel à governadora foi o PTB, aliado apenas a partir do segundo turno. Dependendo do PSDB, PFL e PPS, Yeda teria minoria na Assembléia (12 deputados de 55). Com o apoio adicional de PP, PTB, PMDB e PDT, teria 42 – maioria folgada. O quadro, agora, altera-se, pois todos os partidos aliados (fora o PTB, que votou a favor, e o PFL, que votou contra) se dividiram. PMDB e PP têm nove deputados cada; PDT, sete; PTB e PSDB, cinco; PPS, quatro; PFL, três. Pela oposição, o PT (a maior bancada) tem dez; o PSB, dois; e o PC do B, um. Quatro deputados que serão secretários votaram junto com o governo, além dos três escolhidos que desistiram dos cargos antes da votação. (Folhapress)
 
Carlos HonoratoCultura  em  31/12/2006 - 11:01:38
 
Sem Comentário(s) | Topo
Caixa vazio nos Estados
 
O alto grau de endividamento dos Estados com a União e a falta de recursos para investimentos são hoje os principais problemas que serão deixados para os 27 governadores – eleitos e reeleitos. Com gastos elevados em pagamento de pessoal, custeio da máquina pública e serviços da dívida, os governos não encontram recursos disponíveis para aplicar em obras e infra-estrutura – 12 dos 27 Estados comprometem mais que 80% de suas receitas com esses itens. A situação mais grave hoje é no Rio Grande do Sul, em Alagoas e na Paraíba. O governo gaúcho, da governadora eleita Yeda Crusius (PSDB), chega a gastar 97,1% da sua receita disponível com servidores, entre ativos e aposentados, manutenção da máquina e dos serviços de saúde e educação, além do pagamento da dívida com a União. Em 2005, o Estado consumiu 57% da receita disponível só com pagamento do pessoal. Em contrapartida, no mesmo ano, apenas 3,6% do arrecadado foi usado para investimentos, o que fez a governadora eleita sair à frente para tentar mobilizar governadores para cobrar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva alternativas para desafogar o caixa dos Estados. Em Alagoas, onde 91,5% da receita é usado para pagamento de pessoal, custeio e serviços da dívida, o governador Luis Abílio (PDT) reconhece a situação crítica das finanças, mas diz que o governador eleito, Teotônio Villela Filho (PSDB), vai receber o Estado em situação bem melhor que o ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) recebeu em janeiro de 1999, quando assumiu o seu primeiro mandato. Luis Abílio assumiu o governo em março deste ano, quando Lessa deixou o cargo para se candidatar ao Senado. “Os indicadores sociais continuam baixos, mas quando assumimos o Estado eram bem piores”, disse o governador. Na Paraíba, onde o governador tucano Cássio Cunha Lima foi reeleito, os números não são diferentes. Com um gasto de pessoal, custeio e serviços da dívida que consumiram 84,5% da receita disponível em 2005, o Estado destinou apenas 6% para investimentos. A governadora eleita do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), assume o cargo com uma dívida de R$ 530 milhões das mãos de seu antecessor, o tucano Simão Jatene. São débitos empenhados, mas não pagos, no valor de R$ 464 milhões, além de R$ 66 milhões em precatórios. O Maranhão, com 6,2 milhões de habitantes, é apontado como o Estado com o piores indicadores do País. De acordo com números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Maranhão estão 57 dos 100 municípios mais pobres do País. A renda per capita é a pior do Brasil – R$ 2,7 mil por habitante – e apenas 30% da população têm acesso a água encanada e rede de esgoto. Em São Paulo, Estado para o qual José Serra (PSDB) foi eleito governador, as finanças são um problema, mas o quadro não é de penúria. Hoje, a maior necessidade do Estado é viabilizar obras estruturantes, principalmente na área dos transportes, para otimizar o escoamento da produção interna. É exatamente a necessidade de obter mais recursos para investimentos que faz das finanças a prioridade para os Estados. Boa parte deles tem problemas nas áreas de saneamento básico, segurança, transportes, saúde e educação. (Agência Estado)
 
Carlos HonoratoCultura  em  31/12/2006 - 11:00:16
 
Sem Comentário(s) | Topo
Petista deve reforçar tom populista
 
Quinze quilos mais magro, cabelos e barba mais grisalhos e calejado pela sucessão de crises, o presidente que vai tomar posse amanhã pela segunda vez consecutiva é um homem muito diferente daquele que subiu a rampa do Palácio do Planalto em 2003. Sem os escudeiros que o acompanharam por mais de duas décadas, Luiz Inácio Lula da Silva perdeu um bom pedaço das ilusões: é agora um político desconfiado, que centraliza as decisões e está disposto a comprar briga até com a equipe econômica para reforçar, no novo mandato, o estilo “pai dos pobres” de administrar. Embalado por mais de 58 milhões de votos, Lula encarnou tanto o figurino criado sob medida para o ex-presidente Getúlio Vargas que hoje prefere dizer que vai “cuidar” da população. “Nos momentos mais difíceis, aprendi a conhecer quem são meus amigos”, diz. Aos 61 anos, o primeiro operário que chegou à Presidência julga ter uma dívida com os mais humildes após ser reconduzido ao Planalto com forte apoio popular, apesar da avalanche de denúncias de corrupção que desbotaram a bandeira da ética do PT. Quer imprimir fisionomia social à sua gestão. Bom humor Bem-humorado e mancando do pé direito, Lula visitou ontem duas exposições de fotos, uma com imagens da campanha à reeleição. Desde a véspera, Lula vinha reclamando de dores no pé, o mesmo que o fez usar cadeira de rodas na última viagem à Nigéria, no fim de novembro. Decidido a descansar no início do segundo mandato, o presidente deve ir a uma base militar no Guarujá (SP). "É a mesma coisa que me deu na Nigéria. Estou com medo que seja a idade", brincou Lula, ao ser indagado sobre a contusão, dizendo que era resultado de jogo de futebol. Lula e a primeira-dama Marisa Letícia chegaram às 10h05 à exposição. Ele foi saudado por militantes com faixas e gritos de “Lula, guerreiro do povo brasileiro”. Mancando, percorreu a exposição São milhões de Lulas, do fotógrafo oficial da Presidência, Ricardo Stuckert. (Agências Estado e Globo)
 
Carlos HonoratoCultura  em  31/12/2006 - 10:58:06
 
Sem Comentário(s) | Topo
Crescimento é a aposta de Lula
 
De O Globo O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começa amanhã o segundo mandato (2007-2010) empenhado no desafio de fazer o País crescer de forma sustentada e duradoura, o que não conseguiu nos primeiros quatro anos de gestão. O governo tem a fórmula para alcançar este objetivo, mas ainda não sabe como implementá-la. O pacote de medidas que pretende anunciar na segunda quinzena de janeiro tem como foco resolver os problemas da infra-estrutura, com investimentos mais fortes nas áreas de transportes e energia, mas existem divergências internas sobre a condução das políticas fiscal e monetária, de forma a adequá-las ao objetivo de crescimento sustentado. “Para viabilizar o crescimento sustentado, temos de eliminar os principais gargalos da infra-estrutura. Precisamos contar com um bom sistema de transportes e mais oferta de energia para que a economia não tenha restrição de oferta”, resume o secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, coordenador do programa econômico do presidente Lula. Já está praticamente certo que o governo aumentará os gastos com o Projeto Piloto de Investimentos (PPI) para até 0,5% do PIB, aplicando R$ 11,3 bilhões do Orçamento em obras de infra-estrutura de transportes, infra-estrutura hídrica e saneamento. Parte dessas despesas será descontada da meta de superávit primário, e os recursos para a área de energia sairão do orçamento das estatais e de outras fontes. As divergências que precisam ser equacionadas decorrem de visões diferentes dentro do governo e do próprio Ministério da Fazenda sobre a condução da política monetária e fiscal nos próximos quatro anos. O programa de desenvolvimento em gestação no governo será pilotado pela chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que tem posições muito pessoais sobre os rumos da política fiscal e monetária, que não se encaixam nas linhas da chamada era Palocci, mantida pelo Banco Central. Dilma considera, por exemplo, que um dos fatores que impedem novos investimentos no País é a ausência de uma política de juros de longo prazo, que estaria inibindo a participação da iniciativa privada na formação de capital bruto. “Há um problema de engenharia financeira. Os nossos juros não são consistentes para 30 anos de prazo”, diz a ministra, que passou a usar a palavra “eficientização” como um mantra do segundo mandato de Lula. Gastos correntes Outra questão chave é a redução dos gastos correntes do governo, para que se abra espaço no Orçamento a novos investimentos. No discurso, todos pregam a redução desses gastos, mas na prática pouco acontece. Dilma influenciou Lula, que avalizou o acordo do salário mínimo, elevando ainda mais as despesas com a Previdência. A ministra acredita que os gastos do governo – mesmo os gastos correntes – são, por si só, indutores da reativação da economia. Na defesa do aumento do mínimo, as opiniões se dividiram na Fazenda. Enquanto o ministro Guido Mantega e alguns secretários defendiam um reajuste menor – para não aumentar os gastos correntes – outros integrantes da equipe, como Nelson Barbosa, consideram o acordo satisfatório. “Para cada R$ 1 de aumento do mínimo, R$ 0,20 voltam para o governo em forma de impostos. Este é um importante instrumento para melhorar a distribuição de renda, assim como o Bolsa Família. Não dá para pensar apenas na parcela dos 20% mais pobres (atendidos pelo Bolsa Família)”, afirma Barbosa. Fiel ao estilo de ouvir todos os lados e decidir sozinho as principais questões de seu governo, Lula formou uma espécie de conselho econômico informal para se inteirar de outras receitas que possam levar ao crescimento sustentado. Na segunda-feira, dia 4 de dezembro, o presidente reuniu quatro economistas de sua confiança, mas de correntes econômicas diversas: Mantega, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP), o deputado Delfim Netto (PMDB-SP) e Luiz Gonzaga Belluzzo (Unicamp). Depois de quatro horas de conversa, Lula concluiu que: há espaço para flexibilizar a política monetária, acelerando a queda dos juros; é necessário um esforço maior na redução das despesas de custeio; é preciso criar novos instrumentos de financiamento para estimular a iniciativa privada; e é preciso aumentar substancialmente o investimento público. “Acho muito difícil crescer 5% em 2007. Mas, se o governo tiver coragem para realizar cortes no gasto público e se o cenário externo continuar favorável, poderemos tentar alcançar essa meta”, afirma Mercadante, ex-líder do governo no Senado.
 
Carlos HonoratoCultura  em  31/12/2006 - 10:56:17
 
Sem Comentário(s) | Topo
Arruda vai de táxi para a posse
 
O primeiro compromisso no dia 1º de janeiro de 2007 é a missa na Igreja Dom Bosco, pela manhã. Em seguida, às 10h, o governador eleito do Distrito Federal, José Roberto Arruda, vai para a Câmara Legislativa. Participa da solenidade de posse dos deputados distritais no plenário e toma posse. Depois da posse na Câmara, que deve acabar por volta do meio-dia, o governador almoça e vai para o estacionamento do Ginásio Nilson Nelson, de onde sairá de táxi até o Palácio do Buriti. Quem vai levar Arruda é Juvêncio Ribeiro, de 73 anos. Taxista há 46, o baiano mora em Sobradinho, cidade próxima a Brasília. Outros taxistas e motociclistas farão um cortejo, acompanhando o governador. Juvêncio foi escolhido pelo sindicato porque é o motorista de táxi mais antigo em atividade. “Quando fez a campanha dele lá no aeroporto, ele fez um comício lá, falou que se ganhasse chegaria ao Buriti de táxi. E vai chegar! E eu estou muito feliz! Quem não gostaria? Todo mundo gostaria! Eu nunca presenciei uma posse de governador. Que eu saiba, aqui no DF, é a primeira vez que um governador chega de táxi para a cerimônia de posse”, diz o motorista Juvêncio Ribeiro de Queiroz. No Palácio do Buriti, os últimos preparativos. Funcionários trabalham na montagem do palco. A faixa governamental está numa caixa, pronta para o dia 1º de janeiro. De cetim, nas cores verde e branca, tem o brasão do Distrito Federal. A chefe do cerimonial, Renata Machado, explica que a transmissão do cargo está marcada para as 14h30. Será uma cerimônia simples, que começa pelo saguão do palácio. São esperadas 650 pessoas. “O governador e o vice chegam acompanhados das esposas, dos chefes da Casa Militar e dos secretários de governo. Primeiro tem o discurso da governadora, quando ela transmite a faixa para o Arruda. Ele discursa e encerra a cerimônia de transmissão de cargo. Depois eles passam para a galeria de ex-governadores, onde descerram a foto dela. Finalmente, passam para o lado de fora, local da posse dos secretários e de um show musical”, detalha Renata. A festa na Praça do Buriti está marcada para as16h30, com a participação de vários artistas de Brasília. Entre eles, Rênio Quintas, Bsb Disco Club, José Neri, Célia Porto e Janete Dornellas.
 
Carlos HonoratoCultura  em  31/12/2006 - 04:55:19
 
Sem Comentário(s) | Topo
Atentado faz Espanha suspender diálogo com o ETA
 
Do G1, em São Paulo, com agências O primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, disse neste sábado (30) em coletiva de imprensa que suspendeu o diálogo com as guerrilhas separatistas bascas ETA após um carro-bomba ter explodido no estacionamento do aeroporto internacional de Madri, ferindo 24 pessoas. Duas pessoas estão desaparecidas. Segundo o ministério do Interior, os desaparecidos são equatorianos. Segundo o premiê, o diálogo foi suspenso porque não foi cumprida a principal condição na resolução parlamentar, que autorizou o governo em junho a iniciar conversações com a guerrilha. "Essa condição era e é uma vontade inequívoca de abandono da violência por parte do ETA", afirmou Zapatero. "O que aconteceu hoje é radicalmente contrário a essa vontade." Reação basca O governo regional do País Basco "não quer e não pode" dar por "interrompido" o processo de paz, afirmou o porta-voz do governo basco, Miren Azkarate, em resposta às afirmações de Zapatero. Em pronunciamento à imprensa, Azkarate condenou a ação terrorista, e destacou que o ato "introduz a desesperança" nos cidadãos bascos.
 
Carlos HonoratoCultura  em  31/12/2006 - 04:51:43
 
Sem Comentário(s) | Topo
PT e PDT reagem contra Benício
 
Do Correio Braziliense Um dia depois de apresentar o primeiro escalão do Governo do Distrito Federal, uma das escolhas de José Roberto Arruda (PFL) já provoca polêmica. A indicação do deputado distrital Benício Tavares (PMDB) para administrar Ceilândia motivou o presidente do PT no DF, Chico Vigilante, e o presidente do PDT em Ceilândia, Edilson Nascimento, a redigirem notas de repúdio pela decisão do novo governador. A associação comercial também reprovou a escolha. Indignados com a indicação de Benício, planejam uma manifestação para “lavar” a entrada da administração da cidade. Ontem, Arruda justificou a escolha: “(Benício) É uma pessoa com mandato popular e indicado pelo partido. Respeito o mandato popular”. Eleito pela quinta vez consecutiva para ocupar uma vaga na Câmara Legislativa, Benício sempre teve uma votação expressiva em Ceilândia. Mas teve uma vida parlamentar tumultuada, com graves denúncias. Foi acusado de desviar dinheiro de uma associação de portadores de necessidades especiais e está sendo processado no Tribunal de Justiça do Distrito Federal depois de ser flagrado num barco com menores de idade, no Amazonas, suspeito de turismo sexual. “Como morador da cidade desde 1977, sinto-me ultrajado com essa escolha, visto que o referido deputado padece por conta de um passado que, no mínimo, põe em xeque sua idoneidade e sua honra como homem público”, escreveu Chico Vigilante, morador de Ceilândia. Presidente do PDT no DF, o senador Cristovam Buarque pretende conversar com Arruda sobre a escolha. De acordo com Edilson Nascimento, o senador cogita até não participar da posse do novo governador por causa da indicação do deputado. Com a licença de Benício para administrar um dos maiores colégios eleitorais do DF, a deputada Eurides Brito (PMDB) — que ficou na primeira suplência na coligação —reassume o gabinete na Câmara Legislativa. Eurides e Benício fizeram campanha para Arruda, contrariando o próprio partido. O PMDB indicou o vice na chapa da tucana Maria de Lourdes Abadia, que disputou as eleições com Arruda. Benício não falou sobre o assunto. Sua assessoria preferiu o silêncio. O novo administrador de Ceilândia nega que tenha mantido relações com menores no barco e recorre da condenação por desvio de recursos da associação que presidiu.
 
Carlos HonoratoCultura  em  31/12/2006 - 04:41:10
 
Sem Comentário(s) | Topo
 
Arruda não vai tolerar corrupção Em entrevista as repórteres Lílian Tahan e Ana Maria Campos, do Correio Braziliense, o governador eleito José Roberto Arruda diz que não vai permitir o que chamou de “desvio de comportamento”. Traduzindo: não haverá espaço para a corrupção. “O governo não é um lugar para ficar rico, para viver com mordomia, passar sábado e domingo no clube. É sacrifício”, alerta. Veja alguns trechos da entrevista: Qual é a diferença do Zé Roberto que passou o Natal em família no interior de Minas para o Arruda que assume o governo amanhã? Não existem dois. Não matei o menino humilde, do interior. O Zé Roberto está vivíssimo da silva. Sempre penso em um poema de Manoel Bandeira: “O menino que fui chora na estrada, deixei-o ali quando vim ser quem sou, e hoje vendo que o que sou é nada, quero ser quem fui, onde fiquei”. Caí de um prédio de 20 andares e estava com uma taça de cristal na mão. Quando esborrachei no chão, no episódio do painel, tive duas surpresas: estava vivo e a taça de cristal não tinha quebrado. A taça é o sonho. A expectativa em relação ao governo que se inicia é muito grande. O senhor acha que pode atendê-la? Cometi um erro de estratégia. Um dos livros que estou lendo é o de um filósofo espanhol (Baltasar Gracián) do século 16: A arte da prudência. Ele fala que ninguém deve levantar muitas expectativas, porque mesmo que venha o sucesso, a situação pode gerar frustração. Estou obrigado a tomar medidas muito duras. Um exemplo: em Brasília as pessoas pegam uma chácara que era arrendada dividem, fazem lote, todo mundo constrói. Estou pedindo às pessoas que parem. Não me obriguem a aplicar a lei, porque eu estou preparado para fazer com severidade. O senhor terá dificuldade para demitir? Toda a vez que alguém é eleito precisa montar uma equipe. Vou montar a minha. Se tenho 17 mil cargos comissionados e os estudos demonstram que podemos governar com menos da metade desses cargos, não há motivo para não diminuir a estrutura. Entre escolher gastar com custeio e atender um pequeno pedaço da população e gastar com investimento e beneficiar muito mais gente, a opção está feita. O que o senhor não vai tolerar no governo? Preguiça. Quem vai para a vida pública, tem de estar disposto a exercê-la 24 horas por dia. O governo não é um lugar para ficar rico, para viver com mordomia, passar sábado e domingo no clube. É sacerdócio, sacrifício. A segunda coisa é desvio de comportamento, essa coisa do dinheiro público precisa ser muito bem controlada. Me irrito profundamente quando alguém dá desculpa esfarrapada para algo que podia ter custado x, mas custou 2x. E inimigos, o senhor tem muitos? Não tenho mágoas, raiva, nem desejos de vingança. Uma vez me encontrei com o Roberto Saturnino, que tinha sido relator do processo do painel. Ele estava envolvido em um processo na Comissão de Ética, por ter renunciado metade do mandato para um suplente. Eu estava no corredor e ele tentou disfarçar, para não me encontrar. Então eu disse: “E aí, senador, tudo bem? Me dê um abraço”. Ele perguntou: “Você não tem raiva de mim?” E eu respondi: “Claro que não, o senhor agiu de acordo com as suas circunstâncias”. O senhor tem algum medo? Adoro aquela frase do JK: Deus me poupou o sentimento do medo. Mas não se aplica a mim. Tenho medo de perder o medo, porque quando isso acontece a gente fica impulsivo, erra mais fácil. Vida nova O futuro administrador de Ceilândia, deputado distrital Benício Tavares, está entusiasmado com a nova função que terá no governo de José Roberto Arruda. Ele pensa em trabalhar muito e ajudar a população carente da cidade. Outro objetivo de Benício é limpar a sua biografia em função de casos do passado. Aguardar resultados O governador eleito José Roberto Arruda montou um bom secretariado. Conseguiu se livrar das pressões, fez uma boa articulação com a Câmara Legislativa e tem tudo para fazer um bom governo. Vamos esperar os resultados dos primeiros 100 dias. Voz ativa Não são poucas das vozes que dizem que o vice Paulo Octávio poderá ser uma espécie de “pedra no sapato” do governador José Roberto Arruda. Já outros garantem que PO será um aliado, mas também quer ter voz ativa no governo. Vilas Olímpicas O futuro secretário de Esportes do governo Arruda, André Felipe, tem uma grande vantagem sobre os demais que já ocuparam o cargo: a preocupação social. Ele vai comandar a construção das Vilas Olímpicas, um projeto que fará a integração social das comunidades carentes do DF.
 
Carlos HonoratoCultura  em  31/12/2006 - 04:39:32
 
1 Comentário(s) | Topo
Paulo Octávio renuncia ao Senado
 
Acabou o mistério. O vice governador eleito do Distrito Federal Paulo Octávio (PFL) renunciará ao mandato de senador. Às 10h30 de hoje ele tem um encontro agendado com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a quem vai entregar carta informando sobre a decisão de abrir mão do mandato no Congresso Nacional. Ao tomar a atitude, Paulo Octávio confirma que amanhã tomará posse como vice ao lado do governador José Roberto Arruda. No GDF, ele também assumirá a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo. Leia mais no Correio Braziliense - só para assinantes
 
Carlos HonoratoCultura  em  31/12/2006 - 03:50:18
 
Sem Comentário(s) | Topo
Exibindo  1 a 10 de 2572  Próximo Último
 
 
 
 
 
Sem frase do dia.
  Sem enquetes no momento.
 
Sem broncas.
Enviar sua bronca
 
 
MP3 Player
 
Fale conosco.
 
 
 
 
INICIAR SESSÃO
 
 
 
 
Pagina inicial Pagina inicial Pagina inicial Pagina inicial
 
Página inicial Pagina inicial Pagina inicial Pagina inicial