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Brasília-DF, 02 de Janeiro de 2012. Ano 8
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GOVERNO FEDERAL
Secretário ligado a Orlando Silva é exonerado
Da redação em 02/01/2012 21:30:37

Integrante do grupo do ex-ministro do Esporte Orlando Silva, o secretário Nacional de Futebol, Alcino Reis Rocha, foi exonerado hoje do cargo. Seguindo uma liturgia concedida ao primeiro escalão, o afastamento foi publicado no Diário Oficial de hoje como "a pedido".

A saída de Alcino Rocha foi precipitada por desentendimentos que ele teve com o novo ministro, Aldo Rebelo, que aos poucos afastou pessoas que participaram da equipe de Silva.O estopim para a queda foi a decisão de Aldo de mandar cancelar o convênio com o Sindicato Nacional das Associações de Futebol (Sindafebol) para cadastramento de torcidas organizadas.

No final de agosto, o Grupo Estado revelou que a gestão do então ministro repassara R$ 6,2 milhões ao sindicato de cartolas, presidido pelo ex-presidente do Palmeiras Mustafá Contursi, para fazer o cadastramento das torcidas organizadas dentro dos preparativos para a Copa do Mundo de 2014. Informações da AE.


GOVERNO FEDERAL
Ministro demite ex-governador do MS e mais dois que ocupavam cargo no Dnit
Da redação em 02/01/2012 21:26:40

João Naves de Oliveira, de Agência Estado

Depois de várias denúncias do Ministério Público Federal (MPF) e constatações feitas pelo Tribunal de Consta da União (TCU) sobre irregularidades em obras de rodovias federais em Mato Grosso do Sul, o Ministério dos Transportes afastou do cargo em comissão, o superintendente Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) no MS, Marcelo Miranda Soares, ex-governador do Mato Grosso do Sul.

A decisão, assinada pelo ministro Paulo Sérgio Passos, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira. A publicação acrescenta ainda a demissão de Carlos Roberto Milhorim, engenheiro-chefe do Dnit em Dourados (MS) e a destituição do cargo de confiança exercido por Guilherme Alcântara de Carvalho, também lotado em Dourados.

As questões relacionadas ao trabalho que os três prestavam ao Dnit no MS, envolviam irregularidades ocorridas por falta de fiscalização das obras do Dnit-MS. Conforme o despacho do ministro, eles "não observaram as normas legais e regulamentares, como levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo".

Para o ex-governador do MS, Marcelo Miranda Soares, "foi um acontecimento normal". "Não sou funcionário concursado do Dnit, meu cargo está sempre à disposição do Ministro", disse.

Ele explicou que houve algumas irregularidades ao longo dos dois últimos anos de sua gestão no órgão. "Segundo a publicação do DOU foi porque não comuniquei esses problemas ao ministro da época. É lógico fiz o que deveria fazer, comuniquei ao meu chefe imediato, o diretor-geral, Mauro Barbosa. O pessoal de Dourado fez o mesmo procedimento que eu".

Conforme relatório do TCU, concluído no final do ano passado e que deu base às punições adotadas pelo ministro dos Transportes, foram constatadas falhas graves na recuperação de 50 quilômetros da BR-163, ocorrências que geraram prejuízos aos cofres públicos, cujo montante está sendo totalmente levantado. Também as mesmas falhas verificadas em 62 quilômetros da BR-267. Por enquanto há confirmação de que em dezembro último o MPF constatou um total de R$ 216 mil, faturados a mais que o valor fixado para obras da BR-262, em Corumbá, no Pantanal.


ECONOMIA
Juro do cartão de crédito no Brasil é quase 5 vezes o da Argentina
Da redação em 02/01/2012 19:05:44

O juro do cartão de crédito no Brasil é o mais alto na comparação com cinco países da América do Sul e o México, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste). O brasileiro que recorre ao financiamento pelo chamado de crédito rotativo está submetido a uma taxa média de 237,9% ao ano. Essa taxa é quase cinco vezes superior à da Argentina, que aparece na segunda colocação e cuja taxa média chega a 50% ao ano.

A soma das taxas dos seis países não chega ao valor médio dos juros cobrados pelas operadoras de cartão de crédito no Brasil. "As condições econômicas dos países pesquisados, quando confrontadas com as do Brasil, mostram claramente que a taxa média dos juros praticados no Brasil realmente é exagerada; caso fosse a metade, ou seja, de 119% ao ano (equivalente a 6,75% ao mês) ainda seria maior que o dobro da segunda colocada", diz a Proteste.

Atrás da Argentina aparece o Chile, com taxa média de 40,7%, seguido pelo Peru, com taxa de 40%, o México, com taxa de 36,2%, e a Venezuela, com taxa de 29%. A menor taxa entre os países analisados foi a da Colômbia, com taxa média de juros de 28,5% ao ano no cartão de crédito.

Os cartões de crédito, de acordo com a associação, têm sido o maior fator de endividamento dos consumidores porque as taxas cobradas no rotativo se tornam impagáveis. Em dezembro, uma pesquisa divulgada pela Boa Vista, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), apontou que, entre os inadimplentes do País, 64,1% têm dívidas no cartão de crédito.Informações do Terra.


MÚSICA
Amy Winehouse - Back To Black (Live Acoustic)
Enviado por Carlos Honorato em 02/01/2012 19:01:36


GOVERNO FEDERAL
Ano começa com 20 ministros em férias
Da redação em 02/01/2012 16:09:40

No primeiro dia útil de 2012, Brasília amanheceu deserta. Não só por causa dos moradores, que aproveitam recessos e feriadões para escapar - muitas vezes para o litoral -, mas também pela saída de autoridades do setor público. Os poderes Judiciário e Legislativo estão em recesso e retomam suas atividades apenas em fevereiro. O Executivo, no entanto, não tem recesso estabelecido, mas os ministros de Estado aproveitam essa época de calmaria na cidade para tirar férias, que não passam de três semanas.
 
A exemplo da presidente Dilma Rousseff, que descansa na base naval de Aratu (BA), neste 2 de janeiro, 20 dos 38 ministros estão em férias ou em recesso. Garibaldi Alves (Previdência Social) está com a sua saída marcada para a segunda quinzena do mês. Dilma tecnicamente não está em férias, já que não existe essa possibilidade para o chefe de Estado, mas está em recesso que deve ir até o dia 5.
 
A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, não pode tirar férias também porque não completou um ano no cargo, mas adiou o recesso que poderia ser tirado na semana do Natal ou do Ano-Novo para a primeira semana de janeiro. O recesso da ministra coincide com parte das férias do seu marido, o também ministro Paulo Bernardo (Comunicações).
 
Por outro lado, Aldo Rebelo (Esporte), que ocupa um cargo de ministro de Estado há apenas dois meses, marcou férias (com publicação no Diário Oficial da União) de nove dias. A pasta foi consultada para dar explicações sobre o motivo, mas até a publicação desta matéria não houve resposta. Rebelo assumiu o comando do Esporte no dia 31 de outubro, após a queda de Orlando Silva, acusado de práticas de corrupção.
 
Em média, a saída dos ministros tem previsão de durar entre duas e três semanas. Alguns, como Luís Inácio Adams (AGU), Mendes Ribeiro (Agricultura), Fernando Haddad (Educação), José Eduardo Cardozo (Justiça), entre outros, já saíram de férias em dezembro. Outros 10 deixaram para começar o descanso já em janeiro. Informações do Terra.
 
Confira a lista dos ministros que marcaram férias

 Luís Inácio Adams (Advocacia-Geral da União) - de 21 de dezembro a 9 de janeiro
Mendes Ribeiro (Agricultura)- 26 de dezembro a 8 de janeiro
Fernando Haddad (Educação) - 21 de dezembro a 6 de janeiro
José Eduardo Cardozo (Justiça) - 23 de dezembro 6 de janeiro
Garibaldi Alves (Previdência Social) - 19 a 31 de janeiro
Tereza Campello (Desenvolvimento Social) - 24 de dezembro a 8 de janeiro
Izabella Teixeira (Meio Ambiente) - 19 de dezembro a 9 de janeiro
Antonio Patriota (Relações Exteriores) - 26 de dezembro a 6 de janeiro
Paulo Bernardo (Planejamento) - 31 de dezembro a 16 de janeiro
Fernando Bezerra (Integração Nacional) - 2 a 6 de janeiro
Ideli Salvatti (Relações Institucionais) - 31 de dezembro a 16 de janeiro
Maria do Rosário (Direitos Humanos) - 2 a 13 janeiro
Ana de Hollanda (Cultura) - 2 a 16 de janeiro
Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário) - 2 a 10 de janeiro
Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) - 2 a 10 de janeiro
Aldo Rebelo (Esporte) - 2 a 11 de janeiro
Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) - 2 a 21 de janeiro
Jorge Hage (Controladoria-Geral da União) - 2 a 19 de janeiro
Mário Negromonte (Cidades) - 2 a 16 de janeiro
Paulo Bernardo (Comunicações) - 2 a 17 de janeiro
Gleisi Hoffmann (Casa Civil) - 2 a 8 de janeiro


DISTRITO FEDERAL
Irregularidade emperra obras de infraestrutura em lotes ocupados há 30 anos
Da redação em 02/01/2012 09:52:26

Helena Mader, Correio Braziliense

A irregularidade fundiária das terras do Distrito Federal é um transtorno para as famílias que vivem sem a escritura dos lotes, ocupados há mais de três décadas. Mas a falta da documentação não é o único problema dos moradores de condomínios e loteamentos ilegais. Como os terrenos não são registrados em cartório, essas áreas ficam privadas de investimentos do GDF e da União. No caso dos repasses do governo federal para a construção de creches ou centros de saúde, por exemplo, a regularidade do terreno é uma das exigências. Assim, regiões carentes, como Mestre d’Armas e Arapoanga, em Planaltina, e bairros de classe média, como o Jardim Botânico, sofrem com a falta de infraestrutura básica e de equipamentos públicos.

Há cerca de 500 condomínios irregulares em todas as cidades do Distrito Federal e pelo menos 600 mil brasilienses vivem em lotes sem registro em cartório. Os processos de legalização avançam devagar e poucas áreas já conseguiram a escritura definitiva dos terrenos. Em algumas cidades do DF, a falta de terras regulares para a construção de infraestrutura prejudica os moradores, que precisam percorrer grandes distâncias em busca de serviços públicos.

Planaltina é um exemplo dos impactos negativos dos problemas fundiários. A cidade tem extensas áreas irregulares, com bairros inteiros que foram construídos sem a aprovação prévia do poder público. Arapoanga, por exemplo, já deixou de receber uma unidade de pronto atendimento (UPA) e sete creches. Os ministérios da Saúde e da Educação repassam recursos para a edificação dos prédios, mas a condição é que a área esteja regular.

O administrador regional de Planaltina, Nilvan Vasconcelos, acredita que a falta de regularização compromete o desenvolvimento da região. “A legalização é hoje, sem dúvida, nosso maior desafio. A irregularidade dificulta a instalação de serviços, como as UPAs. O governo tentou trazer para cá uma unidade de pronto atendimento, mas o recurso sai do governo federal e eles exigiram que a terra tivesse matrícula e escritura”, acrescenta Nilvan Vasconcelos. Com relação às creches, estava prevista a construção de onze unidades em Planaltina. Só que não havia terrenos regulares suficientes. Com isso, apenas quatro poderão sair do papel.

Na Estrutural, como os terrenos pertencem ao GDF, o governo conseguiu instalar a infraestrutura básica antes mesmo da regularização. O governo local fez esgoto e rede de água. Mas em outras regiões, cujas terras irregulares são particulares, como Planaltina, Gama e Santa Maria, é impossível autorizar a construção de benfeitorias sem o aval do proprietário do lote. “Nesses casos, a Caixa Econômica Federal não empresta e não repassa recursos se a área não tiver legalizada. Quando as terras têm demandas judiciais, aí fica ainda mais difícil conseguir investir em melhorias”, afirma a presidente da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), Ivelise Longhi.

No Setor Jardim Botânico, que tem uma das rendas per capita mais altas do Distrito Federal, o luxo das casas contrasta com a falta de infraestrutura. Menos de 10% das residências têm sistema de água e esgoto e a rede de drenagem pluvial ainda não foi construída. O asfalto é ruim na maioria do bairro e a iluminação pública saiu do bolso da comunidade.

O presidente da Associação de Moradores do Jardim Botânico, Luiz Carlos Dantas, diz que é preciso avançar mais rapidamente com os processos de regularização, para que a infraestrutura chegue à região. “Conseguimos muito pouco até agora. Falta tudo no Jardim Botânico e isso é revoltante porque gastamos muito dinheiro com impostos”, reclama Luiz Carlos.

Alguns dos recursos federais que a cidade perde por conta das irregularidades fundiárias são os provenientes do Programa Nacional de Aquisição de Equipamentos para a Educação Infantil, o ProInfância. O governo federal repassa o dinheiro para a construção de creches, que depois são administradas pelos municípios e pelo Distrito Federal. Em Brasília, esses investimentos seriam muito bem-vindos, já que o DF é a unidade da Federação com menor percentual de pessoas atendidas em creches. De acordo com o censo do IBGE, apenas 16% das crianças estão na escola.

O subsecretário de Educação Integral do DF, Francisco José da Silva, conta que o governo local identificou 111 terrenos para abrigar creches, mas apenas 50 lotes estão de acordo com as regras da União. “ Infelizmente, temos o grande empecilho de muitos terrenos estarem irregulares”, comenta Francisco. Se já é difícil encontrar áreas legalizadas para abrigar creches, é ainda mais complexo identificar terrenos destinados a escolas técnicas federais. A União exige a oferta de lotes de 12 mil metros quadrados e é uma missão árdua encontrar imóveis regulares com essa dimensão.

Em Vicente Pires, área que é de propriedade da União, foi preciso fazer um acordo com o Ministério Público Federal e com o Ibama para a construção parcial do sistema de abastecimento de água. Mas boa parte da infraestrutura só vai chegar ao bairro depois da regularização definitiva, prevista para o segundo semestre deste ano. Até lá, os moradores vão conviver com o asfalto esburacado e com a falta de esgoto e de iluminação adequada.


BRASIL
PF flagra desvio recorde de recursos públicos em 2011
Da redação em 02/01/2012 09:48:09

 

Operações da Polícia Federal flagraram o desvio de R$ 3,2 bilhões de recursos públicos em 2011, dinheiro que teria alimentado, por exemplo, o pagamentos de propina a funcionários públicos, empresários e políticos. A informação é da reportagem de Fernando Mello, publicada na Folha de domingo. O valor é mais do que o dobro do apurado pela polícia em 2010 (R$ 1,5 bilhão) e 15 vezes o apontado em 2009 (R$ 219 milhões).

Os números inéditos estão em um relatório produzido a partir apenas das operações. Segundo a Polícia Federal, trata-se do valor provado nas investigações, que são repassadas para o Ministério Público mover ações na Justiça e tentar reaver o dinheiro.


Editoria de Arte/Folhapress


POLÍTICA
PSD é formado basicamente por deputados sem trajetória política de destaque
Da redação em 02/01/2012 09:20:27

São 48 deputados em exercício e sete licenciados. É a quarta maior bancada na Câmara, atrás apenas de PT, PMDB e PSDB. Será com eles que o governo terá de negociar nos próximos anos para aprovar qualquer projeto de peso. Mas os parlamentares do recém-nascido PSD são, em grande parte, uma massa de ilustres desconhecidos, sem trajetórias políticas de destaque ou projetos de lei significativos. A maioria — 28— está no primeiro mandato e os outros estão no exercício do segundo mandato, já que poucos passaram pelo crivo das urnas mais de duas vezes.

A bancada é formada principalmente por empresários — 38 —, pouco afeitos ao dia a dia do Congresso. Apenas um deputado da legenda figura na lista dos 100 “cabeças” do Congresso, feita anualmente pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Trata-se de Eduardo Sciarra (PR), eleito com apenas um voto, que ele garante não ser dele próprio. “Nem sabia dessa votação”, defende-se.

Sciarra, que está em seu terceiro mandato, deixou o DEM após uma frustrada disputa pela liderança com o atual líder ACM Neto (BA). No início do ano, a contenda lhe rendeu uma derrota de 27 a 16 votos. Foi quando decidiu debandar. “Se eu tivesse ganho essa disputa, estaria hoje no DEM e o grupo do ACM Neto, possivelmente, estaria fora”, afirma o deputado, destacando que queria um partido “que não tivesse caciquismo e não tivesse dono”.

Agora que deixou a oposição, adota o tom pragmático que caracteriza o novo partido. “Somos independentes, não teremos aliança com o governo. Ser de centro-direita não é problema, o PP e o PMDB são mais de direita do que o PSD e compõem a base do governo. A questão ideológica hoje ficou de lado. Vale o pragmatismo”, pontua, ecoando o prefeito paulistano, Gilberto Kassab, fundador e presidente do partido.

Entre os jovens do partido, o deputado Fábio Faria (RN) é um dos que evitam falar em ideologia. Uma pesquisa com seu nome no Google rende fotos suas cercado de celebridades, muitas delas constando de sua lista de conquistas amorosas, como as atrizes Priscila Fantin e Letícia Birkheuer e as apresentadoras Adriane Galisteu e Sabrina Sato. Sua atuação como parlamentar só foi notícia ao se envolver no escândalo das passagens aéreas na Câmara, quando se descobriu que Fábio havia demonstrado seu amor por Galisteu pagando com verba da Casa passagens de ida e volta para a namorada e a sogra.

Casamento
Outro a desfilar nas colunas sociais é o empresário da noite paulistana Guilherme Mussi (SP). O deputado teve seu casamento em 2008, com a herdeira da loja de luxo Daslu, Luciana Tranchesi, aclamado por revistas de fofoca como “a cerimônia mais badalada dos últimos tempos no high society paulistano”. A festa, na Villa Daslu, para 1,3 mil convidados, teve champanhe Taittinger Brut Prestige Rosé, a R$ 270 a garrafa. Mas a união durou pouco mais de um ano. De lá para cá, após breve namoro com uma socialite de São Paulo, Mussi submergiu do noticiário de celebridades, a exemplo de sua atuação parlamentar.

A ala jovem do PSD também tem seu representante no Rio de Janeiro. O deputado Felipe Burnier é um típico menino do Rio. Com sobrenome político, ele é filho do ex-prefeito de Nova Iguaçu Nelson Burnier, frequenta a praia da Barra da Tijuca e usou um funk como jingle da campanha de 2010. Considera-se uma “pessoa do bem”, conforme seu perfil no Facebook, e adora fazer novas amizades. “Vivo a vida intensamente, não me arrependo de nada que tenha feito, somente do que ainda não fiz. Amo a vida!!!”, é a mensagem na comunidade virtual. O jeitão bon vivant deu o tom de um projeto enviado no ano passado à Câmara. Burnier propôs que todos os dias de jogos do Brasil na Copa de 2014 sejam feriados nacionais. “Quero mais é que tenha feriado e que o Brasil seja campeão”, exalta.

Problemas na Justiça
Há também no PSD quem tenha problemas com a Justiça. Carlos Souza (PSD-AM), que esteve em cinco partidos nos últimos 20 anos, foi preso em 2009 quando era vice-prefeito de Manaus. Ele responde a processo por associação ao tráfico de drogas e é suspeito de ter encomendado a morte de traficantes. Ele é irmão do falecido deputado estadual Wallace Souza, acusado de ser o chefe de uma quadrilha que comandava o comércio de drogas no Amazonas e que assassinava traficantes para aumentar a audiência de um programa de TV apresentado pelos irmãos Souza. Segundo denúncia do Ministério Público, em um caso que ganhou repercussão internacional, Wallace aproveitava “informações privilegiadas” sobre quem ia ser morto para exibir os crimes consumados em seu programa policial televisivo, o Canal livre, e subir a audiência.Informações do Correio Braziliense.


POLÍTICA
Dividido, PSDB quer decidir logo nome para 2014
Da redação em 02/01/2012 09:14:26

Flávio Freire, O Globo

Com o PT avançando em popularidade nas pesquisas qualitativas de São Paulo, impulsionado pela ascendência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tucanos já discutem internamente a necessidade de fechar um acordo em torno do candidato à Presidência em 2014 o quanto antes. Prevendo prejuízo por conta de um eventual processo desgastante, como se observa na difícil escolha de um dos quatro pré-candidatos à prefeitura de São Paulo, tucanos querem fechar, já em 2012, um consenso em torno do nome do presidenciável que disputará a sucessão de Dilma Rousseff.

 Aos refratários à ideia, principalmente os três possíveis cabeças de chapa — o ex-governador José Serra, o senador Aécio Neves e o governador Geraldo Alckmin —, dirigentes estão argumentando que só com nome consolidado é que o PSDB terá força política para enfrentar um possível projeto de reeleição de Dilma. Ou até mesmo a volta de Lula à disputa presidencial, como se ventila nas fileiras internas do PT.
 
O sinal amarelo em ninho tucano ficou ainda mais reluzente com o resultado da última pesquisa Datafolha, em que aumentou a rejeição a Serra, ao mesmo tempo em que grande parte dos eleitores diz votar, para prefeito de São Paulo, no candidato apoiado por Lula. Nos últimos dias, o principal líder tucano, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, argumentou que o partido não pode continuar "apático". Ele defende a escolha de um candidato o mais rápido possível.
 
— O PSDB não pode ficar esperando o que vai acontecer, tem que agilizar. Não pode ficar preso a disputas internas — disse FH.
 
O GLOBO ouviu dirigentes nas esferas regional e nacional. Pedindo anonimato, todos avaliam que o PSDB não vai conseguir tirar o PT do poder se, antes, não resolver "problemas de ego" que põem areia no que deveria ser um projeto comum do partido.
 
— Se o PSDB continuar patinando, com briga de ego, vamos perder novamente (a disputa à Presidência). E, aí, corre-se o risco de o PT se perpetuar no poder até nascer uma força política com mais foco e menos briga interna — disse um tucano com assento no diretório nacional.
 
Publicamente, o discurso é o de que não se deve antecipar a disputa à Presidência.
 
— Cada agonia tem seu dia — costuma repetir José Serra sempre que confrontado com as especulações sobre se irá disputar essa ou aquela eleição.
 
O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, também acredita que não está na hora de trazer 2014 para a pauta atual. Sobre a pressão que o partido estaria recebendo para lançar um nome para a eleição presidencial já no ano que vem, Guerra desconversa:
 
— O partido está se mobilizando para as eleições municipais, onde temos muita força e uma resposta grande do eleitorado. A sucessão de Dilma vai ser uma consequência do bom trabalho que o partido fará nos próximos dois anos.


MINAS GERAIS
Prédio desaba em Belo Horizonte e deixa um morto e um ferido
Da redação em 02/01/2012 09:08:26

Um prédio desabou na madrugada desta segunda-feira em Belo Horizonte, em Minas Gerais, por volta da meia-noite. Um homem de cerca de 50 anos morreu. Ele foi soterrado pelos escombros, socorrido pelos bombeiros, mas não resistiu. Uma outra pessoa, uma mulher de 46 anos, foi retirada dos escombros com braços e pernas quebrados e levada para o hospital. O edifício tinha dois andares e dois blocos, totalizando oito apartamentos. Chove forte em Belo Horizonte e na região Metropolitana de Minas Gerais nesta manhã.

Um pouco antes do prédio, que fica na Rua Passa Quatro, no bairro Caiçaras, cair, policiais militares conseguiram retirar dos apartamentos 11 pessoas: seis adultos e cinco crianças, uma delas de 1 ano de idade. Uma moradora ouviu um forte estalo e saiu do prédio, quando notou uma rachadura no asfalto. Ela pediu ajuda a policiais militares que passavam no local. O prédio desabou cerca de 20 segundos depois que os PMs retiraram os 11 moradores, segundo moradores.

Os bombeiros trabalharam durante toda a madrugada na busca por moradores que ficaram soterrados nos escombros. Por volta das 6h30, eles encerraram as buscas, pois acreditam que não há mais vítimas. Os vizinhos disseram que os outros moradores estão viajando. Cães farejadores também não deram mais pistas de possíveis vítimas no local. A moradora que ficou ferida, Maísa Cunha de Moraes, de 46 anos, teve os braços e pernas quebrados e ferimenyos na cabeça, mas não corre o risco de morrer.

A rua onde fica o prédio foi isolada e um grande buraco se formou no local. Uma casa próxima também foi atingida, mas ela estava desocupada há cinco meses, pois os moradores já haviam sido alertados sobre o perigo na região. Os bombeiros continuam no local monitorando a situação das casas vizinhas. Segundo os bombeiros, a Defesa Civil já havia feito uma avaliação do imóvel e percebido que havia risco. De acordo com a Defesa Civil, os moradores já haviam sido notificados sobre a possibilidade de desabamento e sobre a necessidade de fazer obras no prédio em função de rachaduras.Os bombeiros esvaziaram as casas num raio de 50 metros de distância do local do desabamento e cerca de dez famílias estão sendo retiradas de suas residências.

Em Minas Gerais, 44 cidades estão em situação de emergência por causa das chuvas dos últimos dias. No total, 102 municípios foram atingidos por fortes temporais, que deixaram 404 desabrigados. Outras 9.365 tiveram de deixar suas residências. A Defesa Civil registra 84 casas destruídas e 2.420 danificadas nos últimos dois meses. Pelo menos 75 pontes foram destruídas no estado.

Belo Horizonte teve o dezembro mais chuvoso desde 1910, início das medições meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), informou a Defesa Civil de Minas Gerais. Informações de O Globo.


INTERNACIONAL
Vídeo mostra soldados israelenses dançando "Ai, se eu te pego", diz jornal
Da redação em 02/01/2012 00:05:12

Foto: Reprodução

Vídeo foi apagado, segundo reportagem

Um vídeo que mostra soldados israelenses dançando a música "Ai se eu te pego", do cantor brasileiro Michel Teló, foi retirado da internet após chegarem ao conhecimento das Forças de Defesa de Israel, informou no domingo (1º) o site do grupo de mídia israelense Yedioth, que publica o jornal Yedioth Ahronoth.

O vídeo, republicado pelo site do jornal (leia aqui, em inglês), mostra 11 soldados fazendo coreografia para dançar a música brasileira, classificada como "samba" pelo periódico.

Segundo o site, cerca de mil pessoas assistiram ao vídeo antes da remoção, feita após o jornal entrar em contato com a unidade do Exército. As informações são do G1.



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Edição:

"Quem entra na política para fazer negócio está cometendo crime contra o direito transindividual, difuso"

Do deputado distrital Chico Leite (PT-DF)

Sem enquetes no momento.

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