Um grupo de ciberativistas conhecido como Anonymous divulgou um vídeo no Youtube em que anuncia o início de uma "guerra cibernética" na Venezuela e várias ações em prol da liberdade.
Uma mulher grávida de gêmeos havia sete meses perdeu os dois filhos depois de tentar fazer o parto em dois hospitais públicos de Belém (PA). A polícia investiga se houve omissão de socorro. Raimundo Farias saiu de casa de madrugada com a mulher e não conseguiu atendimento na Santa Casa de Misericórdia nem no Hospital das Clínicas, onde os leitos estariam todos ocupados. Ele acionou os bombeiros, que levaram a grávida de volta à Santa Casa. Ela deu à luz ao primeiro bebê dentro da ambulância, mas a criança já nasceu morta. A mulher foi socorrida no hospital durante o parto do segundo bebê, que também estava morto. As informações são do Jornal Nacional. Uma equipe do jornal viajou ontem para Belém e hoje irão mostrar uma reportagem especial sobre o assunto.
Um dos bombeiros deu voz de prisão à obstetra Cynthia Lins, que foi ouvida na delegacia e liberada, acusando o militar de abuso de poder. "Em nenhum momento houve omissão de socorro. O que houve foi um esclarecimento junto ao Corpo de Bombeiros e à família da superlotação que nós nos encontrávamos no momento. Já pedimos uma perícia do Instituto Médico Legal. Essas crianças já nasceram mortas", se defendeu a obstetra. A mulher fazia pré-natal na própria Santa Casa, e sua gravidez era considerada de risco.
A direção do hospital informou que, desde sexta-feira, tem orientado pacientes a procurar outras maternidades devido à superlotação da UTI neonatal. "De 107, hoje estamos com 123 recém-nascidos, recebendo cuidados intensivos. Extrapola qualquer condição, coloca até em risco os que já se encontram internados", avaliou a presidente da Santa Casa, Maria do Carmo Lobato. "Tudo leva a crer que, no mínimo, houve omissão de socorro", sustenta a delegada Maria do Socorro Picanço, acrescentando que apenas o laudo do IML permitirá conclusões seguras sobre o caso.
A pesquisa O&P tem um dado curioso: 70,2% dos eleitores do DF querem que seus
representantes no parlamento apóiem a CPI da corrupção, não aderindo ao
argumento de que bastaria a apuração das denúncias pela Polícia Federal. Um bom alerta para os deputados federais e senadores do DF.
os deputados e senadores do DF
deveriam apoiar a proposta de criação da CPI da corrupção no Congresso
Nacional ou não deveriam apoiar, bastando a apuração pela Polícia Federal?
Um porta-voz de Muammar Kadafi disse em comentários transmitidos nesta
terça-feira (quarta-feira no horário local) que o líder líbio está
pronto para resistir aos ataques dos rebeldes por meses ou até anos, e
prometeu transformar a Líbia em "vulcões, lava e fogo".
Falando por telefone aos canais por satélite Al-Orouba e al-Rai, Moussa
Ibrahim também afirmou que as forças de Kadafi capturaram quatro
personalidades do Catar e uma dos Emirados Árabes Unidos, e que os
líderes rebeldes não terão paz se mudarem-se da cidade de Benghazi, no
leste, para a capital Trípoli.
O próprio Kadafi disse nesta quarta que sua saída do complexo Bab
al-Aziziya foi uma "mudança tática" depois que o local foi alvejado por
64 ataques aéreos da Otan. Kadafi falou em entrevista a uma rádio de
Trípoli, que foi noticiada pela TV Al-Orouba, em transmissão conjunta com a Al-Rai TV. Ele prometeu morrer como mártir ou vencer na batalha contra a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
O Conselho Nacional de Transição da Líbia informou que pretende mudar
sua sede de Benghazi para Trípoli dentro de dois dias. Os rebeldes
tomaram nesta terça-feira o complexo de Kadafi na capital líbia, mas o
paradeiro do veterano líder continua desconhecido.
Separadamente, os rebeldes líbios afirmaram que a luta pela capital
Trípoli deixou mais de 400 mortos e ao menos 2 mil feridos, segundo a Al-Arabiya TV.
Líbia: da guerra entre Kadafi e rebeldes à batalha por Trípoli Motivados pelos protestos que derrubaram os longevos presidentes da Tunísia e do Egito, os líbios começaram a sair às ruas das principais cidades do país em fevereiro para contestar o coronel Muammar Kadafi, no comando desde a revolução
de 1969. Rapidamente, no entanto, os protestos evoluíram para uma guerra civil que cindiu a Líbia em batalhas pelo controle de cidadesestratégicas de leste a oeste.
Ailanto Marketing é o nome da empresa contratada para organizar o amistoso entre Brasil e Portugal, em novembro de 2008 e recebeu R$ 8,5 milhões do Governo do Distrito Federal, mas novos documentos levantam suspeitas sobre a agência de Sandro Rosell, presidente do Barcelona e amigo de Ricardo Teixeira. Para demonstrar capacidade técnica para ser contratada, a empresa exibiu uma carta de outra empresa de Sandro Rosell, a Bonus. O documento apontava a Ailanto como organizadora de Portugal x Arábia Saudita, em 2006. No entanto, a Ailanto só foi fundada em 2008, poucos meses antes de Brasil x Portugal e dois anos após o outro amistoso. As informações são do R7.
A polícia também está no encalço de Ricardo Teixeira por causa de um negócio envolvendo uma cobertura no Rio de Janeiro. O imóvel, atualmente ocupado por Joana Havelange, filha de Ricardo Teixeira e secretária-executiva do Comitê Organizador da Copa de 2014, foi vendido pelo empresário Cláudio Abrahão ao dirigente em 2009 por R$ 720 mil, mesmo valor que ele gastou para comprá-lo sete anos antes.
Cláudio e seu irmão são donos da agência que vende todas as passagens aéreas usadas pela CBF. E foram agraciados com os direitos de comercialização de parte dos cem mil pacotes de luxo com ingressos garantidos. A polícia já sabe que uma empresa dos irmãos Abrahão também se envolveu no amistoso entre Brasil e Portugal.
A Pallas pagou as despesas de hospedagem da seleção de Portugal em Brasília, mas quem deveria bancar a despesa é a Ailanto Marketing. Mas o Ministério Público do Distrito Federal diz que o dinheiro saiu da renda do jogo. A empresa dos amigos de Teixeira ainda declarou ter pago o hotel dos portugueses ao custo de R$ 484 por apartamento. Dois anos depois, a diária do mesmo quarto sai por R$ 292.
O jornalista Cláudio Humberto informa que o futuro centro administrativo do governo do DF deve custar bem mais que os R$ 5,5 milhões mensais previstos. A Parceria Público Privada com as empreiteiras obriga o governo a pagar R$ 12 milhões e 690 mil mensais por vinte anos, sendo R$ 5,6 milhões pelos serviços (água, energia etc) e R$ 7 milhões de aluguel, segundo Luiz Fernando Costa e Silva, ex-chefe de gabinete do ex-governador biônico Rogério Rosso.
O governador Agnelo Queiroz será alvo de pedido de impeachment nos próximos dias. Ex-secretários do governo de José Roberto Arruda, os tucanos Márcio Machado e Raimundo Ribeiro acionaram os advogados do PSDB para prepararem o documento, que será protocolado na Câmara Legislativa. A principal argumentação será a indisponibilidade dos bens de Agnelo, determinada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro, em julho. O raciocínio entre os políticos é que, se o petista não pode gerenciar seus próprios bens, não pode administrar Brasília.
Presidente da legenda no DF, Márcio Machado acredita que o pedido ficará pronto em uma semana. "Os advogados estão analisando quem será signatário do pedido", diz. Vice-presidente do partido, o ex-deputado distrital Raimundo Ribeiro também apoia a iniciativa. Ribeiro e Machado foram, respectivamente, secretários de Justiça e Obras do governo Arruda e não estão participando da atual gestão.
Com apenas um deputado na Câmara Legislativa (Washington Mesquita), os tucanos reconhecem que o caminho na Casa será difícil, porque a base aliada é bem maior que a oposição. Por isso, eles entregarão a documentação também ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.
Agnelo responde a ação de improbidade administrativa por suposto superfaturamento no contrato de aluguel de imóveis para a Vila dos Jogos Panamericanos de 2007. Procurados pelo Brasília 247, os advogados de Agnelo ainda não retornaram as ligações. A Secretaria de Comunicação do GDF disse que não irá se manifestar enquanto o pedido de impeachment não for protocolado.
Em relatório sobre a liberdade de expressão, cobrindo o período que vai de agosto de 2010 a julho de 2011, apresentado nesta terça-feira durante assembleia da Associação Nacional de Jornais (ANJ), registrou 34 eventos que representam alguma restrição à liberdade de expressão. O relatório da ANJ destaca o aumento do número de assassinatos de jornalistas: foram cinco no período, enquanto nos dois anos anteriores foi registrado apenas um caso. No documento, a associação também diz que "é preocupante a quantidade de eventos gerados a partir de iniciativas do Poder Judiciário: dos 34 casos ocorridos, nove corresponderam a censura imposta por decisões judiciais, sendo três medidas restritivas determinadas por juízes da Justiça Eleitoral".
No total, foram registrados cinco assassinatos, uma prisão, sete agressões, dois atentados, três casos de abusos cometidos por autoridades, 12 casos de censura, uma ameaça de morte e duas decisões judiciais, além de uma manifestação, em setembro do ano passado, do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em comício em Campinas (SP), o ex-presidente disse que "vamos derrotar alguns jornais e revistas que se comportam como partido político".
No relatório, também está registrada a preocupação em ver aprovada uma lei garantindo o direito de qualquer cidadão a ter acesso a informações produzidas por qualquer um dos três poderes, em todas as esferas da administração pública. Tal lei ainda não foi aprovada no Congresso por resistência dos senadores José Sarney (PMDB-AP) e Fernando Collor (PTB-AL), que também já foram presidentes da República.
Conferência realizada na Câmara destaca importância da liberdade de expressão
Mais cedo, durante a conferência durante a 6.ª Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão, na Câmara dos Deputados, acadêmicos, parlamentares, representantes do governo e jornalistas defenderam a liberdade de imprensa. O professor da Universidade de São Paulo (USP) Eugênio Bucci disse que existe no Brasil uma "mentalidade autoritária" que está por trás de iniciativas que tolhem a liberdade de expressão, entre elas, a chamada censura judicial, criticada por diversos participantes da conferência.
- Na nossa cultura política, a brutalidade do Estado se manifesta na falta de cerimônia com que as autoridades atacam a imprensa. Essa mentalidade, além do monopólio da força, pretende ter o monopólio da opinião - disse Bucci. - Faz parte do DNA da nossa cultura política.
O evento foi promovido pelo Instituto Palavra Aberta, que reúne entidades como a Associação Nacional de Jornais (ANJ), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner). Um dos temas abordados foi a internet.
A secretária-executiva da Secretaria de Comunicação de Governo, Yole Mendonça, disse que a liberdade de imprensa é fundamental:
- É um tema muito caro ao governo federal, que o entende como um dos pilares da democracia plena.
O jornalista Fernando Rodrigues, que é colunista do jornal "Folha de S.Paulo" e presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), disse que, no Brasil, a liberdade de expressão não é encarada como princípio basilar da democracia. Ele citou a inexistência de uma lei ampla de acesso a informações públicas - um projeto está em discussão no Senado - e a não divulgação detalhada, pelos diferentes níveis de governo, dos valores que gastam com publicidade. Para ele, "trata-se de uma anomalia de países subdesenvolvidos".
Rodrigues criticou também a falta de transparência sobre os salários de servidores públicos. Ele fez referência aos supersalários, que são alvo de ação na Justiça e foram investigados pelo Tribunal de Contas da União. Segundo Rodrigues, nos Estados Unidos é diferente: na página da Casa Branca na internet há uma lista com o nome dos servidores e o quanto recebem do governo.
O diretor de Conteúdo do jornal "O Estado de S. Paulo", Ricardo Gandour, criticou a censura judicial, fazendo referência à proibição, que já dura dois anos, de que o Estadão publique notícias sobre a Operação Boi Barrica, da Polícia Federal, que investigou o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Gandour afirmou que há quem não veja problema em haver no país "um pouquinho" de censura, como forma de proteger setores da sociedade. Para ele, porém, o raciocínio é "perigosíssimo", pois poderia levar à tolerância com "um pouquinho de mentira ou de tortura".
- Não tem dose: o único porto seguro é a plenitude - afirmou Gandour, ao falar sobre a liberdade de imprensa.
Os participantes falaram sobre a censura à exibição do filme "Je vous salue, Marie", que foi censurado em 1985, no governo do então presidente Sarney. A advogada Taís Gasparian, que presta serviços para o jornal "Folha de S.Paulo", observou que tanto a censura judicial ao jornal "O Estado de S. Paulo", por conta da Operação Boi Barrica, quanto a proibição de exibição do filme tiveram origem na mesma família Sarney. Ele fez uma crítica ao Judiciário por ainda não ter derrubado a restrição ao jornal:
- O poder que há por trás para esse caso não ter sido derrubado - disse Taís, sugerindo que o jornal acionasse tribunais internacionais. Informações de O Globo.
O Ministério Público Federal em São José dos Campos (SP) informou nesta terça-feira (23) que investiga 15 convênios firmados pelo Ministério do Turismo com a Associação Brasileira de Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), firmados entre 2006 e 2010. De acordo com os procuradores, há “indícios contundentes que apontam para o desvio e a má utilização de parte dos recursos públicos federais repassados à Abetar”.
A investigação revelou métodos de desvio de recursos semelhantes aos identificados pela Polícia Federal no convênio de R$ 4,4, milhões com entidade do Amapá que foi alvo da Operação Voucher. A entidade paulista, segundo o MPF, teria contratado sem licitação empresas privadas supostamente de fachada para executar os serviços .
“Algumas dessas empresas foram criadas pouco antes da celebração do convênio, e não tem sede ou funcionários, tampouco clientela, o que demonstra que somente existiam ‘no papel‘. (...) Foi constatado que essas mesmas empresas estavam em nome de pessoas ligadas ao diretor-presidente da Abetar, ou ainda que foram utilizadas fraudulentamente”, informou o MPF/SP em nota.
A reportagem procurou a Abetar por e-mail e telefone e aguarda retorno.
Por meio de nota, a assessoria do Ministério do Turismo informou ao G1 que os 15 convênios firmados com a Abetar somam R$ 4.516.523,61 e que 10 deles já foram concluídos. Além disso, o ministério afirma que os convênios celebrados pela pasta “obedecem critérios técnicos e legais” e que eventuais irregularidades apontadas serão apuradas.
Entre os convênios investigados em 3 inquéritos o de maior valor prevê o investimento de mais de R$ 1 milhão, do “Programa Bem Receber Copa”, para a qualificação técnica e capacitação profissional de profissionais do setor de transporte aéreo regional, para a Copa do Mundo de 2014.
Os outros contratos investigados variam de R$ 56 mil a R$ 447 mil e tem como objetivo a realização de eventos na área de aviação, a edição de guias de aviação regional e um estudo para a regulação do setor.
Os procuradores da República Ricardo Baldani Oquendo e Fernando Lacerda Dias, responsáveis pelos três inquéritos civis, apontaram que a entidade tem representação no Conselho Nacional do Turismo e teria participação até me câmara temáticas da pasta.
Diante dos indícios, em maio deste ano, os procuradores encaminharam ofício à Controladoria-Geral da União (CGU) chamando atenção para “aparente insuficiência (ou inexistência) dos mecanismos de controle interno do Ministério do Turismo, o que pode servir ao propósito de outras fraudes, envolvendo outras entidades”. Veja a íntegra da nota do Ministério do Turismo:
“Desde 2006, o Ministério do Turismo (MTur) firmou 15 convênios com a Abetar, que somam R$ 4.516.523,61 em investimentos do MTur. Dos 15 convênios celebrados, dez estão concluídos.
Os convênios celebrados pelo Ministério do Turismo obedecem critérios técnicos e legais. Caso seja detectada alguma irregularidade, o MTur tomará as providências cabíveis, que envolvem até devolução da verba repassada.
O Ministério do Turismo coloca-se à disposição do Ministério Público Federal para quaisquer esclarecimentos.”
O presidente da Câmara de Deputados, Marco Maia, afirmou nesta terça-feira (23) que o pedido de cassação do mandato da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) deve ser votado no plenário na Câmara até o fim da semana que vem. "O pedido está pronto. Devo colocar na pauta e negociar para que a votação aconteça até o final da próxima semana", disse.
Nesta terça, venceu o prazo de 90 dias corridos para que o Plenário votasse o pedido de cassação, mas uma mudança no Código de Ética aprovada em maio permitiu que a votação fosse adiada.A nova regra diz que o tempo pode ser contado em dias úteis, passando para 26 de setembro o prazo final de votação.
Por causa da mudança, o assunto sequer foi mencionado na reunião de líderes desta terça – que foi interrompida e deverá ser retomada na quarta –feira (24).O corregedor da Câmara pediu a cassação do mandato de Jaqueline alegando quebra de decoro após um vídeo de 2006 ser divulgado. Nas imagens, a deputada e o marido aparecem recebendo dinheiro de Durval Barbosa, o delator do mensalão do DEM.
Depois, denúncias apontaram que Jaqueline teria utilizado parte da cota para o exercício da atividade parlamentar para pagar aluguel de um imóvel que pertence ao marido.Os fatos resultaram na abertura de um processo disciplinar. No Conselho de Ética, o placar da votação foi de três votos a onze a favor da cassação.Informações do G1.
Depois de fechar em queda nos últimos três pregões, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve valorização de mais de 2% nesta terça-feira (23). O movimento da bolsa brasileira veio na esteira da recuperação das bolsas norte-americanas no final do dia, em meio à expectativa de mais estímulos monetários nos Estados Unidos.Num dia de instabilidade, o Ibovespa subiu 2,57% e fechou aos 53.786 pontos. O volume de negócios foi de R$ 5,76 bilhões.Apesar da alta de mais de 2%, o principal indicador do mercado acionário brasileiro ainda tem queda acumulada de 8,56% em agosto. No ano, a desvalorização está agora em 22,39%.
Em Nova York, o índice Dow Jones subiu 2,97% e o Standard & Poor‘s teve alta de 3,43%, após um breve susto no meio do pregão com o tremor de magnitude 5,9 na Costa Leste dos Estados Unidos.
O motivo apontado no exterior para as altas era a expectativa de que o chairman do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano), Ben Bernanke, dê em discurso na sexta-feira sinais sobre um novo programa de estímulo à economia. A queda de 0,7% das vendas de novas moradias nos Estados Unidos em julho, ao menor patamar em cinco meses, contribuiu para essa percepção.
"Foi uma recuperação surpreendente (das bolsas)", disse o analista-chefe da XP Corretora, Rossano Oltramari, para quem o mercado começa a se estabilizar após semanas de volatilidade. "Os fundamentos começam a querer prevalecer. Mas ainda é muito cedo", acrescentou.
O economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, afirmou em evento a acionistas que a Bovespa "tem as menores relações de P/L (preço/lucro) do mundo". "Minha intuição é de que a bolsa não cai muito em relação aos níveis atuais", completou o economista.
Entre as ações de maior liquidez do Ibovespa, o papel preferencial da Vale avançou 2,91%, a R$ 38,60, e o da Petrobras teve alta de 2,60%, a R$ 20,16. Bancos se recuperaram da queda inicial, com alta de 0,76% do Itaú Unibanco, a R$ 26,50.
As siderúrgicas foram destaque de alta, com valorização de 6,30% das ações preferenciais da Usiminas, a R$ 13,50, e de 5,98% dos papéis preferenciais da Gerdau, a R$ 13,46.A maior queda do índice foi das ações da Eletrobras, após a estatal divulgar queda de 76,9% do lucro líquido consolidado no segundo trimestre em comparação com o mesmo período de 2010.As ações ordinárias da Eletrobras caíram 3,67%, a R$ 16,00, e as preferenciais 2,74%, a R$ 20,62.
Analistas do Itaú BBA destacaram a decepção com os números, mas afirmaram que as ações não devem cair muito mais. "Como as concessões de geração e transmissão devem ser renovadas em breve, e como a ação já tem uma performance fraca no ano, não vemos muito espaço para mais depreciação", afirmaram os analistas Marcos Severine, Mariana Coelho e André Rezende.
A recente pesquisa realizada no início deste mês pela O&P Brasil - aponta uma surpresa conhecida pelo nome de Agaciel Maia (PTC). O deputado foi muito bem avaliado no levantamento feito pelo instituto.
Agaciel foi eleito com 1% dos votos válidos - nas últimas eleições. Ele ficou notabilizado pelos famosos atos secretos do Senado. Mas, nesses seis meses ao que parece, o parlamentar vem ganhando seu espaço e deixando o passado para trás. Segundo a pesquisa o deputado, tem 1,6% da preferência do eleitorado.
Isso significa dizer que, se as eleições fossem hoje. Maia teria um crescimento eleitoral de 60%, em relação ao pleito passado. Uma escalada significativa, para um deputado que chegou a Casa - cercado de desconfianças. Atualmente Agaciel Maia, ocupa a Presidência da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças(Ceof), da Câmara Legislativa. Esse é o planeta política é suas nuances...Informações do Blog do Odir Ribeiro.
O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) pediu, nesta terça-feira (23), para que o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), entre com um processo de crime de responsabilidade contra o ministro Pedro Novais (Turismo).Alencar afirmou que o ministro desrespeitou a Constituição ao não responder a um pedido de informação formulado pelo deputado.
O requerimento enviado ao ministério pedia informações sobre diversos convênios firmados pela pasta. Novais teria trinta dias para responder aos questionamentos. Ele alegou, porém, que o número de pedidos é muito volumoso.
Logo em seguida, o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), usou a tribuna para defender Novais, dizendo que ele tem total interesse em ajudar a responder as dúvidas dos deputados.Marco Maia afirmou que vai analisar o pedido feito pelo PSOL. Informações da Folha.com
O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e o vice-governador do DF, Tadeu Filippelli, passaram a tarde desta terça-feira no Rio de Janeiro. Tiveram dois encontros históricos. O primeiro, com o arquiteto responsável pelos principais monumentos da capital federal, Oscar Niemeyer. Depois, com o presidente de Honra da Federação Internacional de Futebol (FIFA), João Havelange. Receberam, de ambos, apoio para o trabalho executado à frente do Governo do Distrito Federal e pelo esforço de trazer a abertura da Copa do Mundo de 2014 para Brasília.
Extremamente produtivo aos 103 anos de idade, Oscar Niemeyer recebeu a comitiva brasiliense em sua casa e escritório em Copacabana, bairro da Zona Sul carioca. O arquiteto lança hoje o livro As Igrejas de Oscar Niemeyer, que retrata os monumentos religiosos por ele projetados. Entre os destaques, a Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, de Brasília.
O governador fez questão de parabenizá-lo por mais esta obra algumas horas antes do lançamento da publicação. E anunciou a intenção de inaugurar, em dezembro, o último monumento projetado por Niemeyer em Brasília, a Torre Digital. “A construção fica pronta até o fim do ano, mas gostaria imensamente, em homenagem a Oscar Niemeyer, de inaugurar a Torre Digital no dia de seu aniversário, em 15 de dezembro”, afirmou Agnelo Queiroz.
“Fico muito feliz de ver o seu entusiasmo em dar continuidade à grande obra de nossa capital federal”, ressaltou Oscar Niemeyer. Agradecido, o arquiteto presenteou o governador com um exemplar de seu livro e o autografou. “Ao Agnelo, que governa tão bem Brasília”, escreveu.
Ícone mundial da arquitetura moderna, Oscar Niemeyer também se mostrou muito receptivo à proposta de Brasília sediar a cerimônia de abertura da Copa do Mundo que será realizada no país em 2014 e ao empenho da atual gestão do GDF de preparar a cidade, antecipadamente, para o Mundial. “É muito justo que Brasília tenha esse desejo. Brasília pertence a todos os brasileiros”, ressaltou.
FIFA – De Copacabana, o governador e o vice partiram para o Centro do Rio, ao encontro do presidente de Honra da FIFA, João Havelange. Nas mãos de Agnelo Queiroz, outro exemplar do livro de Niemeyer, autografado especialmente para o dirigente da Federação Internacional de Futebol.
Reconhecendo a importância de Havelange para o desenvolvimento do esporte, Agnelo Queiroz pediu o apoio do dirigente para a campanha da capital para sediar outro evento esportivo mundial: os jogos universitários (Universíade) de 2017. A candidatura da capital foi formalizada há duas semanas em Shenzhen, China, quando o governador e sua comitiva participaram da edição de 2011 dos jogos.
Havelange mostrou-se empolgado com a ideia. “O que estiver ao meu alcance farei. Agnelo pode contar com meu total apoio nesta campanha”, destacou. Ele também se pronunciou sobre a expectativa de trazer para Brasília a cerimônia e o jogo de abertura da Copa do Mundo de 2014.
“Estou sabendo que vamos fazer um estádio bem bonito para a Copa em Brasília”, comentou, bem humorado. E advertiu: “Copa não é só estádio. É preciso dar atenção aos aeroportos, à mobilidade urbana, aos hotéis, aos hospitais e à segurança pública”, enumerou.
O governador Agnelo Queiroz informou sobre os andamentos da obra do Estádio Nacional e garantiu que, paralelamente, toda a infraestrutura necessária para a cidade receber o evento está sendo preparada. “Vamos cumprir todos os cronogramas e exigências da FIFA”, ressaltou. O governador destacou a localização privilegiada da arena multiuso que está em construção, já com 35% do trabalho executado, e o fato de a obra prever o dobro das vagas em estacionamento exigidas pela Federação.
“Foram dois grandes encontros que eu tive o privilégio de ter nessa tarde de hoje, com duas pessoas que acumulam tanta experiência, tanta sabedoria, e que tanto fizeram pelo Brasil. Pessoas reconhecidas nacional e internacionalmente. Vim buscar a inspiração e o apoio para melhorar a nossa Brasília”, concluiu Agnelo Queiroz. Além do vice-governador, Tadeu Filippelli, a secretária de Comunicação Social do DF, Samanta Sallum, também acompanhou o governador Agnelo Queiroz na viagem para o Rio de Janeiro.Informações da Agência Brasília e foto de Roberto Barroso.
A Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), juntamente com as Comissões de Agricultura e de Ciência e Tecnologia, promove nesta semana dois debates sobre a reforma do Código Florestal. Desta vez, com ex-ministros do Meio Ambiente e da Agricultura.
Na manhã de quarta-feira (24/08), a audiência pública contará com a presença dos ex-ministros do Meio Ambiente Marina Silva, José Carlos Carvalho, Carlos Minc e Sarney Filho. Na quinta-feira (25/08), será a vez dos ex-ministros da Agricultura Reinhold Stephanes, Francisco Sérgio Turra, Pratini de Moraes, Alysson Paulinelli e José Eduardo Andrade Vieira.
Para o senador Rodrigo Rollemberg (PSB/DF), presidente da CMA, cada um dos ministros, em seu governo e em seu momento, contribuiu para as questões do meio ambiente e da agricultura. “Serão debates importantes para o aprimoramento do Código Florestal, pois todos os convidados têm muito a acrescentar a esta discussão”, destaca o senador. As reuniões acontecem às 8h30 na Sala 2 da Ala Nilo Coelho.