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US$ 33 bilhões de faturamento e uma Amazônia de vantagem
AMAZONAS
US$ 33 bilhões de faturamento e uma Amazônia de vantagem
Da redação em 31/12/2010 08:50:51

Por Evandro Brandão Barbosa, Diário do Amazonas

Ao faturar US$ 33 bilhões em 2010, o Polo Industrial de Manaus aponta para um ano novo potencialmente preparado para receber novas plantas de fábricas e, consequentemente, elevação do nível de emprego da mão-de-obra. Portanto, a busca de capacitação profissional pode ser mais uma atividade a ser desenvolvida no projeto de vida de muita gente na Amazônia.

O faturamento do Polo Industrial de Manaus (PIM) do ano de 2010 mostra, mais uma vez, como a administração de processos produtivos e a integração de cadeias produtivas podem participar de políticas de desenvolvimento socioeconômico na Amazônia. Dessa vez, o ano se encerra não somente com o Polo Eletroeletrônico e o Polo de Duas Rodas com faturamentos recordes, outros polos também se destacaram positivamente; é o recorde dos recordes.

Faturar US$ 33 bilhões no ano seguinte a uma crise financeira mundial não é qualquer coisa. É, principalmente, gestão administrativa e operacional eficaz. O Polo Industrial de Manaus apresentou resultados positivos na maioria das suas indústrias; inclusive aquelas que nos três últimos anos têm apresentado faturamento regular, no ano de 2010 acompanharam o pico de faturamento geral do PIM.

Composto por indústrias que compram seus insumos nos mercados internacional, nacional e regional, o PIM utiliza mão-de-obra que apresenta produtividade superior àquela revelada pela mão-de-obra de muitas matrizes de suas fábricas no exterior e em outras regiões do Brasil. Os caboclos amazônicos unidos àqueles que escolheram a Amazônia para trabalhar e viver dão um show de gestão e de operacionalidade. Por isso o faturamento do PIM de 2010 representa o recorde dos recordes.

A administração dos incentivos fiscais realizada pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) é o catalisador do desenvolvimento regional. Ao administrar uma política de desenvolvimento que não privilegia o capital investido, mas a produção, a SUFRAMA dá o tom e o ritmo para o funcionamento da economia da Amazônia Ocidental, enquanto os governos estadual e municipal arrecadam os tributos que lhes competem para viabilizar a satisfação das necessidades de infraestrutura local e regional para viabilizar o desenvolvimento.

Com o faturamento de 2010, a expectativa de todos aqueles que vivem na Amazônia Ocidental é a de que o Governo Federal não mais contingencie os recursos financeiros produzidos pelas empresas e destinados à SUFRAMA para que esta realize o seu trabalho de administrar os incentivos fiscais na Zona Franca de Manaus. E assim, a velocidade do desenvolvimento regional poderá ser aumentada, com mais cursos de mestrados, doutorados, especializações e graduações específicas para as atividades regionais.

Que todas as esferas de Governo continuem como parceiros e executem os seus trabalhos de forma que a administração dos incentivos fiscais e a implementação de projetos assumidos pela SUFRAMA continuem sendo eficazmente realizadas.

Parabéns a todos aqueles que produzem no Polo Industrial de Manaus, seja do nível estratégico, gerenciar e operacional. Todos representam elos de uma corrente que resiste às crises financeiras e econômicas e produzem com a força necessária para o desenvolvimento amazônico.



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